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Gérson de Oliveira Nunes:
Gérson, o "Canhotinha de Ouro" que encantou o mundo na
conquista do tricampeonato mundial pelo Brasil em 1970, veio para o São
Paulo aos 29 anos, desacreditado por muitos. O ano era 1969, e o São
Paulo vinha de um jejum de 13 anos sem títulos. Gérson,
com sua liderança, genialidade e personalidade, liderou o tricolor
paulista ao bicampeonato 1970/71. Gérson jogou 93 partidas pelo
São Paulo, marcando 12 gols.
José Carlos Bauer:
Bauer, filho de um suíço e uma brasileira, começou
no infantil do São Paulo, conquistando seu primeiro título
em 1942, como juvenil. Um ano depois, entre os profissionais, conquistou
dois bicampeonatos paulistas (1945/46 e 1948/49), além do campeonato
de 1953. Jogou 419 partidas e marcou 16 gols. Quando chegou ao São
Paulo, formou a linha média com Zarzur e Noronha. Depois, com Bauer
e Noronha. Estas duas linhas-médias são inesquecíveis
para todos os são-paulinos que as viram jogar.
José Ribamar de Oliveira - Canhoteiro:
Para se medir a maestria de Canhoteiro, basta dizer que Pelé, o
maior jogador de futebol de todos os tempos, o tinha como um de seus dois
maiores ídolos, ao lado do mestre Zizinho. Com uma imensa capacidade
de driblar, Canhoteiro foi um dos primeiros jogadores do Brasil a possuir
um fã-clube. Pelo São Paulo disputou, em oito anos (1955
a 1963), 415 partidas, marcando 102 gols e conquistando o título
paulista de 1957.
Leônidas da Silva:
Quando foi comprado ao Flamengo, em 1942, aos 29 anos, Leônidas
da Silva ganhou o apelido de "Bonde de 200 contos", com alusão
ao seu peso (estaria alguns quilos acima do peso) e ao seu preço
(200 contos de réis na época). O São Paulo tratou
de contratar profissionais de nutrição e médicos.
Leônidas não demorou a recuperar sua forma e a marcar gols
como o de sua estréia: de bicicleta. Apesar da derrota por 2 x
1 para o Palmeiras, Leônidas saiu aclamado de campo. Durante sua
passagem pelo São Paulo, Leônidas da Silva conquistou cinco
campeonatos paulistas (1943/45/46/48/49) e marcou 143 gols em 218 partidas.
Pedro Virgílio Rocha Franchetti:
Tido como símbolo de elegância e eficiência, o uruguaio
Pedro Rocha jogou oito anos no São Paulo (1970 a 1978), conquistando
dois campeonatos paulistas (1971 e 1975) e um campeonato brasileiro (1977).
Pedro Rocha jogou 393 partidas e marcou 109 gols pelo tricolor paulista.
Companheiro de Gérson no time campeão paulista do início
da década de 70, Pedro Rocha foi reconhecido por Pelé como
um dos cinco melhores jogadores a quem o Rei enfrentou.
Raí Souza Vieira de Oliveira:
É o jogador mais importante da história recente do São
Paulo. Contratado em 1987, depois de ser revelado no Botafogo-SP, Raí
demorou dois anos para acertar no Tricolor. Ficou muitas partidas no banco
de reservas, mas sua trajetória começou a mudar com a chegada
do técnico Telê Santana. Sob a batuta de Telê, o meia
acanhado tornou-se o líder, o cérebro e o coração
do time que dominou o futebol brasileiro no início da década
de 90 e que culminou com a conquista da Libertadores e do Mundial Interclubes.
Em 1998, depois de jogar cinco anos no Paris Saint-Germain, na França,
voltou para o São Paulo e estreou na final do Paulista, justamente
contra o Corinthians. Fez o primeiro gol da vitória e foi o grande
heroí do título são-paulino. Na França, após
um ano de adaptação, também virou ídolo e
é até hoje adorado pela torcida. Começou a Copa dos
Estados Unidos de 94 como titular, mas perdeu a posição
para Mazinho. Pela Seleção, jamais conseguiu repetir o brilhante
futebol. Rompeu os ligamentos no início do Brasileiro de 1998,
Transformou-se num jovem avô em 1999. Encerrou a carreira em 2000.
Títulos conquistados no SPFC: Campeão Paulista de 89, 91,
92 e 98, Brasileiro de 91, Libertadores de 92/93 e Mundial Interclubes
de 92.
Armelino Donizetti Quagliato:
Um dos goleiros mais frios e regulares do Brasil. Apesar de preferir estar
bem colocado a sair voando atrás de uma bola, Zetti também
fez os seus milagres. Depois de quatro anos no Palmeiras, quebrou a perna
atuando pelo clube e jamais teve outra oportunidade. Transferido para
o São Paulo, consagrou-se como um goleiro sólido, de grande
caráter e vitorioso. Pelo São Paulo conquistou o bicampeonato
em 91/92, o Brasileiro em 1991, o Mundial Inteclubes em 92/93, a Libertadores
de 92/93, a Recopa Sul-Americana em 1993/94, a Supercopa da Libertadores
em 93. Pelo Santos, conquistou o Rio-São Paulo em 97 e foi um dos
heróis do tetracampeonato no Mundial dos EUA, em 94 |
Nome: Diego Carleto
Idade: 15
São Paulo - SP
Profissão: Estudante / Web Master
Também faço sites para empresas, etc.
e-mail: dcarleto2@hotmail.com |